REVOLUTION?
Putz, não teve show ontem...
Sem condições.
Cheguei lá antes das dez, tinha um ampli de guitarra quebrado, fomos em casa (eu e o Marcelo do Volume 1) buscar o meu.
Chegamos e passamos o som com uma música apenas (só para verificar os volumes).
E depois tentamos ficar na boa.
A casa tinha todo um cronograma que não podia ser alterado em 15 minutos sequer, e nesse cronograma dizia que o Magic Crayon deveria tocar uma da manhã e que Lucio Ribeiro iria discotecar uma e meia da manhã (olha só o tempo que destinaram para nós...).
Acontece que nem eu nem o Barbosa fomos avisados disso.
Assim que cheguei fui avisado apenas que tinha direito a duas cervejas e água à vontade (e só, nada de horários ou ajuda de custo).
Então, após verificarmos que o preço da cerveja long neck era R$ 3,00, eu e o Barbosa decidimos sair para beber em outro lugar.
Quando voltamos, aquele alvoroço.
Veio um dizendo que não iríamos tocar porque atrasamos, outro dizendo que tocaríamos só depois das 4 da manhã, dizendo que ia tentar reverter a situação...
E enfim, não tocamos, hehe.
E para fechar, numa atitude Thoreau, eu ainda me recusei a pagar a minha comanda e a comanda da Isabel (na verdade só a dela pois eu consumí só 2 cervejas lá, e a dela tinha só R$ 7,00).
E foi aquele stress básico...
Teve um lá da casa que ainda falou umas bizarrices, tipo "ô, vocês passaram o som com quase todo o setlist e ainda reclamam!", "aqui é lugar para se divertir, não para alterados", sem noção.
O do caixa chamando o segurança para mim...
O pessoal do Volume 1 teve que intervir, ou seja, típica situação lixo.
Depois disso nós (eu, Bel, Rose, Fábio e Marco) fomos parar num McDonald's.
Comemorar o consumismo, a mais-valia, e brindar os estabelecimentos 24 horas.
Que noite...
soundtrack: lógico, Beck's Loser, hehe
28 de setembro de 2002
10 de setembro de 2002
1 de setembro de 2002
É o seguinte, preciso de grana para ontem, vou viajar.
Então, estou vendendo algumas coisas...
Preços especiais (seguramente mais barato que qualquer usado similar). Bom estado de conservação.
Todos estão em dolar por medo, para referência, multiplique o valor por 4 para chegar no preço em reais (R$).
Portastudio Tascam 424 (fonte inclusa) = US$ 150
Pedal para guitarra Oliver Flanger = US$ 24
Encordoamento para contrabaixo Giannini = US$ 10
Jogo com 3 pratos Headliner (made in Germany) para bateria (3k 16 crash e cymbal 3k 14 hithat bottom e top) = US$ 75
Toca discos Gradiente T-515 = US$ 15
CDs
Different Songs (coletânea com bandas indie brasileiras) = US$ 2 (últimas 200 cópias; compra acima de 2 cópias = US$ 1.5 cada)
Nacionais (US$ 2.5 cada)
A Life Less Ordinary (trilha sonora)
Beastie Boys - Ill Communication
Belly - King
Black Grape - It's Great When You're Straight...Yeah
Blur - Modern Life is Rubbish
Blur - Parklife
Brian Wilson - Imagination
Brit Hot (coletânea com bandas britânicas)
The Byrds - Mr. Tambourine Man
Caetano Veloso - (Minha História)
Caetano Veloso - (Os Grandes da MPB)
Caetano Veloso - Noites do Norte
Cake - Prolonging The Magic
The Cardigans - Life
The Cardigans - First Band On The Moon
The Chemical Brothers - Dig Your Own Hole
Chico Science & Nação Zumbi - Afrociberdelia
Chopin - Nocturnos
The Cure - Bloodflowers
Depeche Mode - Ultra
Divine - Batum Hum!
The Doors - Strange Days
Elis Regina - (Os Grandes da MPB)
Ella Fitzgerald - (The Jazz Masters)
Flu - ...e a alegria continua.
Galaxie 500 - The Portable
Garbage - Version 2.0
Guitar - (Coletânea com bandas indie nacionais)
Iggy Pop - Best Of...Live
Ira! - 2 É Demais!
Jimi Hendrix - The Early Years
Jimi Hendrix - The Best Of & The Rest Of Jimi Hendrix
João Gilberto - (O Talento De)
Legião Urbana - O Descobrimento do Brasil
Lobão - A Vida é Doce
Lô Borges - (O Talento de)
Miles Davis - (The Jazz Masters)
Monaco - Music for pleasure
Morrissey - Southpaw Grammar
Mutantes - (Minha História)
Mutantes - (Obras Primas)
Mutantes - (Os Grandes da MPB)
New Order - The Best Of
Nine Inch Nails - Things Falling Apart
Pato Fu - (Focus)
Paulinho da Viola - Bebadosamba
Pavement - Wowee Zowee
Pin Ups - Lee Marvin
Primal Scream - Screamadelica
Prodigy - The Fat Of The Land
REDHOT+RIO
Semisonic - All About Chemistry
Sepultura - Roots
Sleeper - The it Girl
Something... - (Coletânea com bandas HC/indie nacionais)
Stereophonics - Performance And Cocktails
Tom Zé - Jogos de Amar
Trainspotting - trilha sonora
Violeta De Outono - Mulher na montanha
Yo La Tengo - Ride The Tiger
Yo La Tengo - I Can Hear The Heart Beating As One
Beto Guedes (Meus Momentos(2 cd's)) (US$ 3.5)
Joyce - (Meus Momentos (2 CDs)) (US$ 3.5)
Renato Russo (cd duplo) (US$ 3.5)
Brincando de Deus - Better When You Love (Me) (US$ 3.5)
Importados (US$ 6 cada)
The Afghan Whigs - 1965
Arnold - Hillside
Babybird - Ugly Beautiful
Badly Drawn Boy - The Hour Of Bewilderbeast
Better Than Ezra - Deluxe
Bis - v.s the d.i.y corps
Black Grape - Stupid Stupid.Stupid
The Bluetones - Expecting to Fly
The Chemical Brothers - Exit Planet Dust
Cornershop - When I Was Born For The 7th Time
Cracker - Kerosene Hat
Depeche Mode - Songs Of Faith And Devotion
Elastica - Elastica
The Farm - Love See No Colour
The Farm - Hullabaloo
Gusgus - Polydistortion
Heavenly - The Decline And Fall Of Heavenly
Helmet - Aftertaste
Inspiral Carpets - The Beast Inside
Jane's Addiction - Ritual De Lo Habitual
Jimi Hendrix - Experience Radio One
Lemonheads - It's a Shame About Ray
Lemonheads - Car Button Cloth
The Lightning Seeds - Sense
Longpigs - The Sun is Often Out
Looper - The Geometrid
Lou Reed - Magic and Loss
Magnetic Fields - The Wayward Bus
Ministry - The Mind is a Terrible Thing To Taste
Ministry - Filth Pig
Morrissey - Bona Drag
Morrissey - Vauxhall And I
Nirvana - In Utero
Oasis - Definitely Maybe
Pond - Pond
Pond - The Practice Of Joy Before Death
The Promise Ring - 30 Everywhere
Redd Kross - Show World
R.E.M. - Monster
Rein Sanction - Broc's Cabin
Remy Zero - Villa Elaine
Ride - Smile
Rollerskate Skinny - Shoulder Voices
Screamfeeder - Fill Yourself With Music
Siouxsie & The Banshees - The Rapture
Six By Seven - The Things We Make
The Smiths - Hatful Of Hollow
Spearmint - A Week Away
St. Christopher - Sleeping Doormen
Stereolab - Peng!
Stereolab - Switched On
Stereolab - Mars Audiac Quintet
Stone Temple Pilots - Tiny Music...
Sugar - Beaster
Sugar - Easy Listening
Thee Hypnotics - Come Down Heavy
Tricky - Angels With Dirty Faces
Marc Bolan & T.Rex
Violent Femmes - New Times
Whale - We Care
Yo La Tengo - Painful
DARLA 100 4CD set (US$ 13)
Everything Is Nice: Matador Records 10th Anniversary Anthology - 3 cds + booklet (US$ 11)
Goldie - Saturnzreturn (2 cds) (US$ 8)
Roni Size - Reprazent (2 cds) (US$ 8)
Casino Ashtrays - Bus To Vegas CDep (US$ 5)
Postal Blue CDep (US$ 4)
Velocity Girl - gilded stars and zealous hearts (sem capa US$ 3.5)
Casino Ashtrays - Just Like Me cassete ep (US$ 4)
Laura Watling - Early Morning Walk (US$ 8)
Laura Watling - Twenty-five (US$ 8)
Saint Etienne - Like a motorway - single (US$ 4)
Eu moro em São Paulo (Jabaquara), tel. 5011-4580.
Por favor ajude a divulgar!!!
Então, estou vendendo algumas coisas...
Preços especiais (seguramente mais barato que qualquer usado similar). Bom estado de conservação.
Todos estão em dolar por medo, para referência, multiplique o valor por 4 para chegar no preço em reais (R$).
Portastudio Tascam 424 (fonte inclusa) = US$ 150
Pedal para guitarra Oliver Flanger = US$ 24
Encordoamento para contrabaixo Giannini = US$ 10
Jogo com 3 pratos Headliner (made in Germany) para bateria (3k 16 crash e cymbal 3k 14 hithat bottom e top) = US$ 75
Toca discos Gradiente T-515 = US$ 15
CDs
Different Songs (coletânea com bandas indie brasileiras) = US$ 2 (últimas 200 cópias; compra acima de 2 cópias = US$ 1.5 cada)
Nacionais (US$ 2.5 cada)
A Life Less Ordinary (trilha sonora)
Beastie Boys - Ill Communication
Belly - King
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Blur - Modern Life is Rubbish
Blur - Parklife
Brian Wilson - Imagination
Brit Hot (coletânea com bandas britânicas)
The Byrds - Mr. Tambourine Man
Caetano Veloso - (Minha História)
Caetano Veloso - (Os Grandes da MPB)
Caetano Veloso - Noites do Norte
Cake - Prolonging The Magic
The Cardigans - Life
The Cardigans - First Band On The Moon
The Chemical Brothers - Dig Your Own Hole
Chico Science & Nação Zumbi - Afrociberdelia
Chopin - Nocturnos
The Cure - Bloodflowers
Depeche Mode - Ultra
Divine - Batum Hum!
The Doors - Strange Days
Elis Regina - (Os Grandes da MPB)
Ella Fitzgerald - (The Jazz Masters)
Flu - ...e a alegria continua.
Galaxie 500 - The Portable
Garbage - Version 2.0
Guitar - (Coletânea com bandas indie nacionais)
Iggy Pop - Best Of...Live
Ira! - 2 É Demais!
Jimi Hendrix - The Early Years
Jimi Hendrix - The Best Of & The Rest Of Jimi Hendrix
João Gilberto - (O Talento De)
Legião Urbana - O Descobrimento do Brasil
Lobão - A Vida é Doce
Lô Borges - (O Talento de)
Miles Davis - (The Jazz Masters)
Monaco - Music for pleasure
Morrissey - Southpaw Grammar
Mutantes - (Minha História)
Mutantes - (Obras Primas)
Mutantes - (Os Grandes da MPB)
New Order - The Best Of
Nine Inch Nails - Things Falling Apart
Pato Fu - (Focus)
Paulinho da Viola - Bebadosamba
Pavement - Wowee Zowee
Pin Ups - Lee Marvin
Primal Scream - Screamadelica
Prodigy - The Fat Of The Land
REDHOT+RIO
Semisonic - All About Chemistry
Sepultura - Roots
Sleeper - The it Girl
Something... - (Coletânea com bandas HC/indie nacionais)
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Tom Zé - Jogos de Amar
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Violeta De Outono - Mulher na montanha
Yo La Tengo - Ride The Tiger
Yo La Tengo - I Can Hear The Heart Beating As One
Beto Guedes (Meus Momentos(2 cd's)) (US$ 3.5)
Joyce - (Meus Momentos (2 CDs)) (US$ 3.5)
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Elastica - Elastica
The Farm - Love See No Colour
The Farm - Hullabaloo
Gusgus - Polydistortion
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Pond - Pond
Pond - The Practice Of Joy Before Death
The Promise Ring - 30 Everywhere
Redd Kross - Show World
R.E.M. - Monster
Rein Sanction - Broc's Cabin
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Rollerskate Skinny - Shoulder Voices
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Marc Bolan & T.Rex
Violent Femmes - New Times
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Yo La Tengo - Painful
DARLA 100 4CD set (US$ 13)
Everything Is Nice: Matador Records 10th Anniversary Anthology - 3 cds + booklet (US$ 11)
Goldie - Saturnzreturn (2 cds) (US$ 8)
Roni Size - Reprazent (2 cds) (US$ 8)
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Eu moro em São Paulo (Jabaquara), tel. 5011-4580.
Por favor ajude a divulgar!!!
21 de agosto de 2002
Show surpresa do Magic Crayon na festa do selo Volume 1 no Rabo de Saia em 18/08/2002:
Você já tocou com sua banda (supondo que sua banda utilize 2 microfones para vocais) num lugar onde apesar de todo mundo (ou quase) envolvido estar com a maior boa vontade os microfones simplismente não funcionam e apitam e estalam?!? Durante o show todo!!
Você já assistiu a um show onde os caras da banda estão com a maior vontade de fazer o som e estão meio bêbados (um pouco só, vai) e estão putos com as merdas dos microfones que só estalam, apitam e ficam zunindo e falhando do começo ao fim?!?
Então, foi assim.
Ainda bem que o pessoal do Volume 1 é legal pra caramba e o pessoal que estava por lá também. Se não fosse o clima de festa entre amigos a banda teria perdido completamente o controle da coisa toda e seria um caos.
O Lauro, só pra variar, roubou a cena. Eita garoto popular.
A Isabel tentou gravar o show. Levei meu MD e meu microfone.
Passamos o som (os microfones já estavam falhando), testei o MD e tal.
Descontando o fato de alguém ter esbarrado no MD umas 2 ou 3 vezes (provocando gaps na gravação) e também os microfones dos vocais que não funcionaram como deveriam e nosso nervosismo por isso, até que ficou legal, a gravação.
Só que antes da penúltima música o Alberto Ziolli (operador de som, assistente do Bob) veio e me perguntou se eu não queria ligar o MEU microfone na mesa para ver se o vocal ficava audível... Então, as duas últimas, Going Away e uma versão para What Goes On (VU), ficaram de fora da gravação. Claro, Murphy, essas duas últimas foram as melhores do show.
Bom, mesmo com esses "pobremas" todos (ah, deixa eu falar, é, deixa eu falar, puta merda, puta que o pariu, eu nunca, em toda minha vida, odiei com tanta intensidade um estrobo. Puta "luz-pisca-pisca" do inferno!!!!! Eu não conseguia ver nada) ainda teve um pessoal depois do show que veio conversar, dizendo que gostou do som e tal... Yeah.
Foi legal conversar e rir e tocar e esbarrar com pessoas como Fabio (V1), Fernanda (eu quero as fotos!!!!!), Vagner (Concept, valeu pelo presente!), Rose, Bia, Rodrigs, Luiz Jr (aka eLeCtric mainline) e outras. E claro, rever os MCs.
E foi divertido, enfim.
soundtrack: The Velvet Underground
Você já tocou com sua banda (supondo que sua banda utilize 2 microfones para vocais) num lugar onde apesar de todo mundo (ou quase) envolvido estar com a maior boa vontade os microfones simplismente não funcionam e apitam e estalam?!? Durante o show todo!!
Você já assistiu a um show onde os caras da banda estão com a maior vontade de fazer o som e estão meio bêbados (um pouco só, vai) e estão putos com as merdas dos microfones que só estalam, apitam e ficam zunindo e falhando do começo ao fim?!?
Então, foi assim.
Ainda bem que o pessoal do Volume 1 é legal pra caramba e o pessoal que estava por lá também. Se não fosse o clima de festa entre amigos a banda teria perdido completamente o controle da coisa toda e seria um caos.
O Lauro, só pra variar, roubou a cena. Eita garoto popular.
A Isabel tentou gravar o show. Levei meu MD e meu microfone.
Passamos o som (os microfones já estavam falhando), testei o MD e tal.
Descontando o fato de alguém ter esbarrado no MD umas 2 ou 3 vezes (provocando gaps na gravação) e também os microfones dos vocais que não funcionaram como deveriam e nosso nervosismo por isso, até que ficou legal, a gravação.
Só que antes da penúltima música o Alberto Ziolli (operador de som, assistente do Bob) veio e me perguntou se eu não queria ligar o MEU microfone na mesa para ver se o vocal ficava audível... Então, as duas últimas, Going Away e uma versão para What Goes On (VU), ficaram de fora da gravação. Claro, Murphy, essas duas últimas foram as melhores do show.
Bom, mesmo com esses "pobremas" todos (ah, deixa eu falar, é, deixa eu falar, puta merda, puta que o pariu, eu nunca, em toda minha vida, odiei com tanta intensidade um estrobo. Puta "luz-pisca-pisca" do inferno!!!!! Eu não conseguia ver nada) ainda teve um pessoal depois do show que veio conversar, dizendo que gostou do som e tal... Yeah.
Foi legal conversar e rir e tocar e esbarrar com pessoas como Fabio (V1), Fernanda (eu quero as fotos!!!!!), Vagner (Concept, valeu pelo presente!), Rose, Bia, Rodrigs, Luiz Jr (aka eLeCtric mainline) e outras. E claro, rever os MCs.
E foi divertido, enfim.
soundtrack: The Velvet Underground
20 de agosto de 2002
Putz, boa notícia!!
Se você leu o (sensacional) zine Esquizofrenia já deve saber que o pessoal do selo Little Pad Recordings está montando um selo especializado, chamado "BR".
Um dos primeiros lançamentos (senão o primeiro) será uma coletânea de bandas indie brasileiras.
E... e...
Entre as bandas escolhidas pelo pessoal lá está o Magic Crayon.
Veremos o que vem por aí então...
soundtrack: Miles Davis' Kind Of Blue
Se você leu o (sensacional) zine Esquizofrenia já deve saber que o pessoal do selo Little Pad Recordings está montando um selo especializado, chamado "BR".
Um dos primeiros lançamentos (senão o primeiro) será uma coletânea de bandas indie brasileiras.
E... e...
Entre as bandas escolhidas pelo pessoal lá está o Magic Crayon.
Veremos o que vem por aí então...
soundtrack: Miles Davis' Kind Of Blue
19 de agosto de 2002
Agora é que começo a perceber algo:
O que adianta divulgar (apenas no saguão, numa única pasta) apenas mil nomes "dante causa"???
E os outros?!? Não estão na espera também?!? Por que não estão na lista também?
A lista de espera para o reconhecimento da cidadania italiana do consulado de São Paulo, além de ter sido divulgada com atraso e de uma forma por demais tímida, está incompleta!
soundtrack: The Vines' Highly Evolved
O que adianta divulgar (apenas no saguão, numa única pasta) apenas mil nomes "dante causa"???
E os outros?!? Não estão na espera também?!? Por que não estão na lista também?
A lista de espera para o reconhecimento da cidadania italiana do consulado de São Paulo, além de ter sido divulgada com atraso e de uma forma por demais tímida, está incompleta!
soundtrack: The Vines' Highly Evolved
15 de agosto de 2002
...continuação desse post aqui:
Cada interessado tem sua própria motivação para o reconhecimento da cidadania italiana.
Penso eu que a principal motivação para um descendente requerer o reconhecimento da cidadania italiana é resgatar seus laços familiares e culturais, redescobrir sua origem e expandir seus horizontes.
Até março de 2002 cada consulado italiano tinha uma metodologia de atendimento peculiar e independente.
Então foi definido (pela Embaixada Italiana em Brasilia) que os consulados deveriam ter uma metodologia de atendimento padronizada para buscar um atendimento mais preciso e sem tanta burocracia e lentidão (pois sim, o atendimento era muito lento e burocrático, cheio de pré-requisitos "operacionais", esperas sem previsão e exigências intransigentes, o que custava anos e anos aos interessados (descendentes)).
Infelizmente, em SP, por enquanto o atendimento continua lento, mesmo com o roteiro existente desde fevereiro/março de 2002.
Por intermédio de artigo do sr. Vezio Nardini (diretor da revista Oriundi) sabe-se agora o que aconteceu na assembléia do dia 13 de junho de 2002, convocada por 8 membros do Comites (Blazioli, Distante, Ghisio Erba, Giuliano, os dois Laspro, Ruggeri e Scavolini), solicitando a presença do Embaixador, que foi representado pelo Cônsul de SP, para discutir os graves problemas de atendimento e falta de pessoal no Consulado de S. Paulo, com ameaça de promover uma manifestação pública.
Sobre os vários problemas do Consulado, pouco se falou além dos problemas na concessão de cidadania aos “oriundi” (os descendentes). O Cônsul pediu, depois desmentiu, e acabou por dizer (depois negando que disse) que gostaria de ter a colaboração de todos para que os pedidos de cidadania fossem solicitados “concentrandosi su quelli che effettivamente dimostrano un legame effettivo con l´Italia...” (apenas para pessoas que realmente tivessem viva a chama da italianidade, não àquelas que apenas querem um passaporte que lhes permita melhor transito mundo afora). Essa diferenciação, até por não ter critérios objetivos, foi repelida veementemente por diversos Conselheiros, nela vendo o gérmen de corrupção e falcatruas.
Quando lhe foi solicitado dados concretos sobre a situação do Consulado, o Cônsul declarou:
- que dos 40 funcionários, 4 estão dedicados exclusivamente para o setor de novas cidadanias;
- que existem 1.755 processos antigos, que serão todos resolvidos em cerca de 2 meses;
- que o novo processo de inscrição (o roteiro padrão de atendimento), incluindo todos os processos que estavam em gestação nos Patronatos, originou até agora cerca de 3.900 processos que deverão estar concluídos em, no máximo, mais 4 meses.
Ou seja, segundo o sr. cônsul de SP Gianluca Cortese, existiam em junho/02 quase 6000 processos para reconhecimento de cidadania italiana em andamento, 4 funcionários destinados exclusivamente ao andamento desses processos, e o prazo para a conclusão de todos esses processos será de 6 meses, o que resulta em quase 1000 processos concluídos por mês.
Passados dois meses dessa assembléia (esse texto que você lê agora foi atualizado em 14 de agosto/02) deveríamos ter quase 2000 processos de novas cidadanias concluídos, certo? Então, será que alguém pode confirmar isso?
Claro que não, pois nada é divulgado periodicamente, os funcionários do consulado nada informam a respeito e os consulados parecem não se preocupar com a desorientação e as necessidades dos descendentes em busca do reconhecimento de algo que já possuem, a cidadania italiana.
Somente com as listas atualizadas sendo divulgadas periodicamente é que a comunidade vai tomar conhecimento do que está sendo feito, de quantos processos estão sendo concluídos, e do tempo estimado de espera para a conclusão de um processo.
No dia 25 de julho de 2002 o Consulado incluiu em seu site um aviso, sobre a abertura de seleção para contratação de 15 novos funcionários temporários (contrato de 6 meses).
Seria isso uma forma encontrada pelo sr. cônsul para cumprir sua promessa??
Esperamos que sim, claro.
No dia 14 de agosto foi verificada a existência de uma pasta preta no guiche 1 do saguão do Consulado Geral da Italia em Sao Paulo, "Relatorio Dante Causa 0001 - 1000 (30 pags)".
A lista conta com mil nomes de imigrantes (o que deverá gerar dez mil novas cidadanias, em média) em ordem alfabética a partir do sobrenome do imigrante (dante causa, ou seja, o italiano nato que proporciona o reconhecimento da cidadania aos descendentes), ainda indicando o nome do requerente (ou os termos "vari"/"discendenti", para denotar uma ação coletiva/familiar) e a data da chegada do requerimento (a grande maioria dos mil nomes/requerimentos constantes na lista era do final de fevereiro de 2002).
Segundo fontes do próprio consulado a lista foi disponibilizada no início de agosto/2002 e logo será disponibilizada a próxima lista com os nomes dos requerentes dos meses subsequentes, pois já existem mais de oito mil requerimentos enviados ao consulado (informações não oficiais).
Fica visível, assim, que o Consulado começa a demonstrar reação à crescente mobilização e aos apelos diversos por melhor atendimento. O que não impede porém o desaparecimento (ou ao menos a diminuição) das enormes filas e aglomerações no saguão e no portão, de gente solicitando informações, trazendo e requerendo documentos, enfim, buscando atendimento. A média é de mais de 200 pessoas por dia, ou seja, mais de 30 mil por mês!
Por que não atender melhor (com propriedade e transparência) por telefone? Por que não incluir no site formulários e informações personalizadas?
Isso não só diminuiria as filas como também proporcionaria um melhor atendimento aos interessados.
soundtrack: Wilco's Yankee Hotel Foxtrot
Cada interessado tem sua própria motivação para o reconhecimento da cidadania italiana.
Penso eu que a principal motivação para um descendente requerer o reconhecimento da cidadania italiana é resgatar seus laços familiares e culturais, redescobrir sua origem e expandir seus horizontes.
Até março de 2002 cada consulado italiano tinha uma metodologia de atendimento peculiar e independente.
Então foi definido (pela Embaixada Italiana em Brasilia) que os consulados deveriam ter uma metodologia de atendimento padronizada para buscar um atendimento mais preciso e sem tanta burocracia e lentidão (pois sim, o atendimento era muito lento e burocrático, cheio de pré-requisitos "operacionais", esperas sem previsão e exigências intransigentes, o que custava anos e anos aos interessados (descendentes)).
Infelizmente, em SP, por enquanto o atendimento continua lento, mesmo com o roteiro existente desde fevereiro/março de 2002.
Por intermédio de artigo do sr. Vezio Nardini (diretor da revista Oriundi) sabe-se agora o que aconteceu na assembléia do dia 13 de junho de 2002, convocada por 8 membros do Comites (Blazioli, Distante, Ghisio Erba, Giuliano, os dois Laspro, Ruggeri e Scavolini), solicitando a presença do Embaixador, que foi representado pelo Cônsul de SP, para discutir os graves problemas de atendimento e falta de pessoal no Consulado de S. Paulo, com ameaça de promover uma manifestação pública.
Sobre os vários problemas do Consulado, pouco se falou além dos problemas na concessão de cidadania aos “oriundi” (os descendentes). O Cônsul pediu, depois desmentiu, e acabou por dizer (depois negando que disse) que gostaria de ter a colaboração de todos para que os pedidos de cidadania fossem solicitados “concentrandosi su quelli che effettivamente dimostrano un legame effettivo con l´Italia...” (apenas para pessoas que realmente tivessem viva a chama da italianidade, não àquelas que apenas querem um passaporte que lhes permita melhor transito mundo afora). Essa diferenciação, até por não ter critérios objetivos, foi repelida veementemente por diversos Conselheiros, nela vendo o gérmen de corrupção e falcatruas.
Quando lhe foi solicitado dados concretos sobre a situação do Consulado, o Cônsul declarou:
- que dos 40 funcionários, 4 estão dedicados exclusivamente para o setor de novas cidadanias;
- que existem 1.755 processos antigos, que serão todos resolvidos em cerca de 2 meses;
- que o novo processo de inscrição (o roteiro padrão de atendimento), incluindo todos os processos que estavam em gestação nos Patronatos, originou até agora cerca de 3.900 processos que deverão estar concluídos em, no máximo, mais 4 meses.
Ou seja, segundo o sr. cônsul de SP Gianluca Cortese, existiam em junho/02 quase 6000 processos para reconhecimento de cidadania italiana em andamento, 4 funcionários destinados exclusivamente ao andamento desses processos, e o prazo para a conclusão de todos esses processos será de 6 meses, o que resulta em quase 1000 processos concluídos por mês.
Passados dois meses dessa assembléia (esse texto que você lê agora foi atualizado em 14 de agosto/02) deveríamos ter quase 2000 processos de novas cidadanias concluídos, certo? Então, será que alguém pode confirmar isso?
Claro que não, pois nada é divulgado periodicamente, os funcionários do consulado nada informam a respeito e os consulados parecem não se preocupar com a desorientação e as necessidades dos descendentes em busca do reconhecimento de algo que já possuem, a cidadania italiana.
Somente com as listas atualizadas sendo divulgadas periodicamente é que a comunidade vai tomar conhecimento do que está sendo feito, de quantos processos estão sendo concluídos, e do tempo estimado de espera para a conclusão de um processo.
No dia 25 de julho de 2002 o Consulado incluiu em seu site um aviso, sobre a abertura de seleção para contratação de 15 novos funcionários temporários (contrato de 6 meses).
Seria isso uma forma encontrada pelo sr. cônsul para cumprir sua promessa??
Esperamos que sim, claro.
No dia 14 de agosto foi verificada a existência de uma pasta preta no guiche 1 do saguão do Consulado Geral da Italia em Sao Paulo, "Relatorio Dante Causa 0001 - 1000 (30 pags)".
A lista conta com mil nomes de imigrantes (o que deverá gerar dez mil novas cidadanias, em média) em ordem alfabética a partir do sobrenome do imigrante (dante causa, ou seja, o italiano nato que proporciona o reconhecimento da cidadania aos descendentes), ainda indicando o nome do requerente (ou os termos "vari"/"discendenti", para denotar uma ação coletiva/familiar) e a data da chegada do requerimento (a grande maioria dos mil nomes/requerimentos constantes na lista era do final de fevereiro de 2002).
Segundo fontes do próprio consulado a lista foi disponibilizada no início de agosto/2002 e logo será disponibilizada a próxima lista com os nomes dos requerentes dos meses subsequentes, pois já existem mais de oito mil requerimentos enviados ao consulado (informações não oficiais).
Fica visível, assim, que o Consulado começa a demonstrar reação à crescente mobilização e aos apelos diversos por melhor atendimento. O que não impede porém o desaparecimento (ou ao menos a diminuição) das enormes filas e aglomerações no saguão e no portão, de gente solicitando informações, trazendo e requerendo documentos, enfim, buscando atendimento. A média é de mais de 200 pessoas por dia, ou seja, mais de 30 mil por mês!
Por que não atender melhor (com propriedade e transparência) por telefone? Por que não incluir no site formulários e informações personalizadas?
Isso não só diminuiria as filas como também proporcionaria um melhor atendimento aos interessados.
soundtrack: Wilco's Yankee Hotel Foxtrot
13 de agosto de 2002
Olha só o que eu acabei de receber (valeu Márcia!):
"Italy is braced for a mass return of economic migrants as thousands of South Americans of Italian origin have applied for passports in recent months. Millions more could be entitled to do so, the foreign ministry undersecretary Mario Baccini has warned.
He cited the recession as an explanation of why the region was causing concern in a report to the prime minister, Silvio Berlusconi.
...
In Brazil, 25 million people can trace roots back to Italy and 150,000 are currently applying for Italian passports.
A massive influx of economic refugees could severely stretch Italy's public finances, as returning immigrants are entitled to the same social security provisions as other citizens.
One way of stemming the tide is to erect bureaucratic hurdles, ...according to a report in the Rome daily La Repubblica.
"At the [Buenos Aires] consulate they accept 80 personal files a week, 3,000 a year. Someone turning up today will have a first appointment in three years time, in 2005," it reported. There are ways of speeding up the process, however. "Getting an Italian passport, even if you are not entitled to it, can cost up to $15,000 (£11,800)," La Repubblica said."
Leia a palhaçada toda aqui no The Guardian.
Assim que eu conseguir me acalmar eu traduzo e coloco aqui também.
soundtrack: ...And You Will Know Us By The Trail Of Dead
"Italy is braced for a mass return of economic migrants as thousands of South Americans of Italian origin have applied for passports in recent months. Millions more could be entitled to do so, the foreign ministry undersecretary Mario Baccini has warned.
He cited the recession as an explanation of why the region was causing concern in a report to the prime minister, Silvio Berlusconi.
...
In Brazil, 25 million people can trace roots back to Italy and 150,000 are currently applying for Italian passports.
A massive influx of economic refugees could severely stretch Italy's public finances, as returning immigrants are entitled to the same social security provisions as other citizens.
One way of stemming the tide is to erect bureaucratic hurdles, ...according to a report in the Rome daily La Repubblica.
"At the [Buenos Aires] consulate they accept 80 personal files a week, 3,000 a year. Someone turning up today will have a first appointment in three years time, in 2005," it reported. There are ways of speeding up the process, however. "Getting an Italian passport, even if you are not entitled to it, can cost up to $15,000 (£11,800)," La Repubblica said."
Leia a palhaçada toda aqui no The Guardian.
Assim que eu conseguir me acalmar eu traduzo e coloco aqui também.
soundtrack: ...And You Will Know Us By The Trail Of Dead
11 de agosto de 2002
Ontem foi meu primeiro dia de aula de italiano depois das férias. Eu adoraria conhecer alguém que soubesse falar bem italiano e tivesse paciência, para eu poder treinar conversação... hehe.
soundtrack: Beach Boys e Carpenters
soundtrack: Beach Boys e Carpenters
3 de agosto de 2002
Hey, você conhece Henry David Thoreau ?
Desde que eu assistí o filme Sociedade dos Poetas Mortos, esse cara me influencia muito.
Thoreau nasceu em 12 de julho de 1817 (de origem escocesa e francesa) em Concord, cidade próxima a Boston no estado de Massachussets, EUA, e lá viveu a maior parte de sua vida.
Foi freqüentemente visto por admiradores, amigos e inimigos como um rebelde marcado por hábitos excêntricos. Nos textos de Thoureau (seus dois escritos mais célebres são "Walden" (1854) e "A Desobediência Civil" (1849)), contudo, esse individualismo rebelde não deve ser entendido em termos de uma postura excêntrica e meramente negadora.
Trata-se antes do individualismo entendido no contexto do movimento literário conhecido como o "Transcendentalismo Romântico" norte-americano, caracterizado não apenas pela ênfase romântica no sentimento individual mais do que na razão, mas principalmente por uma postura política progressiva preocupada com reformas sociais e políticas a serem levadas a cabo a partir do indivíduo e não a partir do grupo social.
A experiência individual descrita em Walden deriva da decisão de Thoureau de viver isoladamente, de 4 de julho de 1945 a 6 de setembro de 1847, em uma cabana construída por ele mesmo às margens do Lago Walden, nas proximidades de Concord.
O que seria visto, para muitos de seus contemporâneos, como nada mais do que a excentricidade de um eremita fugindo do social significaria, para Thoureau, a oportunidade para uma reflexão radical sobre o sentido de viver bem a vida humana em um momento histórico marcado pelos confortos e desconfortos de uma sociedade capitalista em fase de rápida urbanização e industrialização.
É em meio a essa experiência de vida bem equilibrada nos arredores da lagoa de Walden que Thoureau vivencia ainda o episódio de vida pessoal motivador do que é o seu texto mais celebrado: "A Desobediência Civil".
Em uma tarde de 23 ou 24 de Julho de 1846, Thoureau recebe a visita do coletor de impostos e acaba sendo aprisionado quando se recusa a pagar o tributo devido.
Sai da cadeia, no dia seguinte, quando um benfeitor ou benfeitora (provavelmente sua tia Maria) paga a dívida exigida por lei.
Explicitar as razões que o levaram a não pagar impostos é o problema central tratado no ensaio.
Para Thoureau, pagar os impostos seria um ato imoral porque significaria contribuir com um governo que patrocinava empreitadas injustas e desumanas como o projeto escravocrata e a guerra imperialista contra o México.
Nesse contexto, como Thoureau argumenta em seu ensaio, uma minoria correta formada por uma só pessoa já é uma maioria moral, e se o Estado e o consenso majoritário decidem julgar como fora-da-lei e colocar na cadeia essa minoria moral e correta, então é justamente a cadeia que se torna o lugar adequado para os homens honestos.
Na antiga Grécia, por exemplo, a crença em uma ética individual alternativa não impediu Sócrates de submeter-se ao julgamento do Estado que o condenaria não, como no caso de Thoureau, a uma noite na cadeia, mas à morte por envenenamento.
E o líder nacionalista indiano, Mahatma Gandhi, tendo lido o texto de Thoureau em uma cadeia em Pretória, reconheceu a sua importância para o desenvolvimento de suas próprias idéias e da prática revolucionária conhecida como "resistência passiva".
Escritor de textos hoje considerados clássicos, Thoureau não obteve de seus contemporâneos o reconhecimento devido, seria entendido por muitos de seus contemporâneos mais como idealizador de vadiagem e fuga ao trabalho do que como defensor de um estilo de bem viver; e a proposta de desobediência civil mais como a irresponsabilidade egocêntrica de alguém que quer separar-se do Estado do que como contribuição para o bem público e social. Seus livros e escritos tiveram parca repercussão: conseguiu publicar, em vida, apenas dois livros (Walden, em 1854; Uma Semana nos rios Concord e Merrimack, em 1849).
Em oito anos, os editores conseguiram vender apenas duas mil cópias de Walden, e de Uma Semana nos Rios foram vendidas duzentas cópias.
As cópias restantes foram devolvidas ao autor, o que o levou a registrar em seu diário que "já tinha em sua biblioteca cerca de novecentos volumes", tendo ele mesmo "escrito a maior parte deles".
A posteridade faria melhor julgamento do rebelde norte-americano: seus textos são hoje mais lidos e conhecidos do que os de seu mestre, Ralph Waldo Emerson, considerado o fundador do Movimento Transcendentalista.
E a "A Desobediência Civil", longe de ter sua importância reconhecida apenas por Gandhi e Martin Luther King, Jr, continua não apenas a ser lido e traduzido, mas também lembrado freqüentemente cada vez que se repetem formas de lutas contra o poder estabelecido, como é o caso dos "sit-ins" (protestos de ocupação em que manifestantes ocupam um local público e se recusam a sair), dos "teach-ins"(assembléias universitárias para a discussão de temas polêmicos), das manifestações e passeatas de protesto, dos movimentos pelas liberdades civis, e das greves de qualquer natureza.
Thoreau morreu de tuberculose em 6 de maio de 1862, em Concord, Massachusetts.
(texto adaptado de http://www.ufrgs.br/cdrom/thoreau)
Seus textos e sua vida demonstram que você só precisa ser você mesmo. E ser feliz por isso. Uma eterna busca por conhecimento e sensações aliada a uma vontade de apreciar o que de bom está a nossa volta em forma de "preguiça comtemplativa".
Yeah.
Alguns links para pesquisa:
:: Instituto Henry David Thoreau [>]
:: The Thoreau Institute at Walden Woods [>]
:: Thoreau Related Sites [>]
:: Henry David Thoreau (1817-1862) [>]
soundtrack: Grandaddy, Zanin, Dinosaur Jr e American Analog Set
Desde que eu assistí o filme Sociedade dos Poetas Mortos, esse cara me influencia muito.
Thoreau nasceu em 12 de julho de 1817 (de origem escocesa e francesa) em Concord, cidade próxima a Boston no estado de Massachussets, EUA, e lá viveu a maior parte de sua vida.
Foi freqüentemente visto por admiradores, amigos e inimigos como um rebelde marcado por hábitos excêntricos. Nos textos de Thoureau (seus dois escritos mais célebres são "Walden" (1854) e "A Desobediência Civil" (1849)), contudo, esse individualismo rebelde não deve ser entendido em termos de uma postura excêntrica e meramente negadora.
Trata-se antes do individualismo entendido no contexto do movimento literário conhecido como o "Transcendentalismo Romântico" norte-americano, caracterizado não apenas pela ênfase romântica no sentimento individual mais do que na razão, mas principalmente por uma postura política progressiva preocupada com reformas sociais e políticas a serem levadas a cabo a partir do indivíduo e não a partir do grupo social.
A experiência individual descrita em Walden deriva da decisão de Thoureau de viver isoladamente, de 4 de julho de 1945 a 6 de setembro de 1847, em uma cabana construída por ele mesmo às margens do Lago Walden, nas proximidades de Concord.
O que seria visto, para muitos de seus contemporâneos, como nada mais do que a excentricidade de um eremita fugindo do social significaria, para Thoureau, a oportunidade para uma reflexão radical sobre o sentido de viver bem a vida humana em um momento histórico marcado pelos confortos e desconfortos de uma sociedade capitalista em fase de rápida urbanização e industrialização.
É em meio a essa experiência de vida bem equilibrada nos arredores da lagoa de Walden que Thoureau vivencia ainda o episódio de vida pessoal motivador do que é o seu texto mais celebrado: "A Desobediência Civil".
Em uma tarde de 23 ou 24 de Julho de 1846, Thoureau recebe a visita do coletor de impostos e acaba sendo aprisionado quando se recusa a pagar o tributo devido.
Sai da cadeia, no dia seguinte, quando um benfeitor ou benfeitora (provavelmente sua tia Maria) paga a dívida exigida por lei.
Explicitar as razões que o levaram a não pagar impostos é o problema central tratado no ensaio.
Para Thoureau, pagar os impostos seria um ato imoral porque significaria contribuir com um governo que patrocinava empreitadas injustas e desumanas como o projeto escravocrata e a guerra imperialista contra o México.
Nesse contexto, como Thoureau argumenta em seu ensaio, uma minoria correta formada por uma só pessoa já é uma maioria moral, e se o Estado e o consenso majoritário decidem julgar como fora-da-lei e colocar na cadeia essa minoria moral e correta, então é justamente a cadeia que se torna o lugar adequado para os homens honestos.
Na antiga Grécia, por exemplo, a crença em uma ética individual alternativa não impediu Sócrates de submeter-se ao julgamento do Estado que o condenaria não, como no caso de Thoureau, a uma noite na cadeia, mas à morte por envenenamento.
E o líder nacionalista indiano, Mahatma Gandhi, tendo lido o texto de Thoureau em uma cadeia em Pretória, reconheceu a sua importância para o desenvolvimento de suas próprias idéias e da prática revolucionária conhecida como "resistência passiva".
Escritor de textos hoje considerados clássicos, Thoureau não obteve de seus contemporâneos o reconhecimento devido, seria entendido por muitos de seus contemporâneos mais como idealizador de vadiagem e fuga ao trabalho do que como defensor de um estilo de bem viver; e a proposta de desobediência civil mais como a irresponsabilidade egocêntrica de alguém que quer separar-se do Estado do que como contribuição para o bem público e social. Seus livros e escritos tiveram parca repercussão: conseguiu publicar, em vida, apenas dois livros (Walden, em 1854; Uma Semana nos rios Concord e Merrimack, em 1849).
Em oito anos, os editores conseguiram vender apenas duas mil cópias de Walden, e de Uma Semana nos Rios foram vendidas duzentas cópias.
As cópias restantes foram devolvidas ao autor, o que o levou a registrar em seu diário que "já tinha em sua biblioteca cerca de novecentos volumes", tendo ele mesmo "escrito a maior parte deles".
A posteridade faria melhor julgamento do rebelde norte-americano: seus textos são hoje mais lidos e conhecidos do que os de seu mestre, Ralph Waldo Emerson, considerado o fundador do Movimento Transcendentalista.
E a "A Desobediência Civil", longe de ter sua importância reconhecida apenas por Gandhi e Martin Luther King, Jr, continua não apenas a ser lido e traduzido, mas também lembrado freqüentemente cada vez que se repetem formas de lutas contra o poder estabelecido, como é o caso dos "sit-ins" (protestos de ocupação em que manifestantes ocupam um local público e se recusam a sair), dos "teach-ins"(assembléias universitárias para a discussão de temas polêmicos), das manifestações e passeatas de protesto, dos movimentos pelas liberdades civis, e das greves de qualquer natureza.
Thoreau morreu de tuberculose em 6 de maio de 1862, em Concord, Massachusetts.
(texto adaptado de http://www.ufrgs.br/cdrom/thoreau)
Seus textos e sua vida demonstram que você só precisa ser você mesmo. E ser feliz por isso. Uma eterna busca por conhecimento e sensações aliada a uma vontade de apreciar o que de bom está a nossa volta em forma de "preguiça comtemplativa".
Yeah.
Alguns links para pesquisa:
:: Instituto Henry David Thoreau [>]
:: The Thoreau Institute at Walden Woods [>]
:: Thoreau Related Sites [>]
:: Henry David Thoreau (1817-1862) [>]
soundtrack: Grandaddy, Zanin, Dinosaur Jr e American Analog Set
2 de agosto de 2002
Putz, só agora comecei a pegar "as manha" com o Soul Seek...
Agora sim, algo que, mesmo inferior ao Audiogalaxy, pode me abastecer de boa música "de grátis" (ou quase), novamente.
soundtrack: Lou Reed's Transformer
Agora sim, algo que, mesmo inferior ao Audiogalaxy, pode me abastecer de boa música "de grátis" (ou quase), novamente.
soundtrack: Lou Reed's Transformer
28 de julho de 2002
Ciao!
Então, peço a todos que visitem o site http://geocities.yahoo.com.br/oriundiavanti/.
É algo muito importante e todos podemos ajudar sem doer nada.
Hehe.
Valeu!
soundtrack: Can' Soundtracks
26 de julho de 2002
Opa!
O Consulado Geral da Italia em São Paulo abriu 15 vagas de trabalho temporário.
Será que esses "heróis" vão conseguir ajudar a colocar em ordem e em dia os processos de cidadania?!?
Eu nunca ví algo tão moroso (nem no Brasil, veja só) quanto os processos do Consulado, de reconhecimento de cidadania italiana!!!
Sniff.
soundtrack: nada! (estou atrasado pro trampo, ciao!)
O Consulado Geral da Italia em São Paulo abriu 15 vagas de trabalho temporário.
Será que esses "heróis" vão conseguir ajudar a colocar em ordem e em dia os processos de cidadania?!?
Eu nunca ví algo tão moroso (nem no Brasil, veja só) quanto os processos do Consulado, de reconhecimento de cidadania italiana!!!
Sniff.
soundtrack: nada! (estou atrasado pro trampo, ciao!)
25 de julho de 2002
Eu e a Bel pegamos a sessão das 22h no Cinemark do Shopping Santa Cruz para assistir o filme "Um Grande Garoto" (About a Boy).
Engraçado, achei que não ia gostar tanto, pois antes de ver o filme eu já tinha lido o livro e escutado bastante a trilha sonora, mas sim, eu gostei bastante do filme. O tal de Grant lá até que ficou bem legal como Will.
soundtrack: Belle and Sebastian's Tigermilk
Engraçado, achei que não ia gostar tanto, pois antes de ver o filme eu já tinha lido o livro e escutado bastante a trilha sonora, mas sim, eu gostei bastante do filme. O tal de Grant lá até que ficou bem legal como Will.
soundtrack: Belle and Sebastian's Tigermilk
24 de julho de 2002
Você sabia que há atualmente no Brasil cerca de 25 milhões de italianos?!?!?
Sério, 25 milhões de italianos no Brasil. Quase o dobro de toda a população do estado do Rio de Janeiro (ou o equivalente à população de todos os 11 estados das regiões norte e centro-oeste, somados), quase a metade da população da própria Itália, veja você!
Opa!?! Então estamos sofrendo uma invasão italiana?!?!
Não, nada disso.
Aliás, pelo menos não atualmente.
É que entre 1870 e 1920 muitos italianos (cerca de 1,5 milhões) emigraram para o Brasil.
Essa diáspora italiana aconteceu por várias razões, dentre as quais a pobreza (que assolava a terra anteriormente conhecida como o poderoso império romano), por culpa da péssima distribuição de renda; muitos conflitos sociais e políticos (a Itália como conhecemos atualmente passou a existir entre 1861 e 1870), como as guerras entre franceses, austro-húngaros, alemães e italianos em busca da independência e unificação (o chamado risorgimento), e depois a primeira guerra mundial; as (aparentemente) ótimas ofertas de terras (algo inacessível na Itália) e trabalho em países emergentes como Estados Unidos, Argentina, Brasil, Austrália, etc...
O que importa saber é que muita gente, famílias inteiras, cidades inteiras até, saíram de seu lugar, de seu lar, em busca de um futuro melhor, em outro lugar, completamente novo e desconhecido.
A maior parte dos emigrantes (aqui chamados de imigrantes, claro) veio se fixar em São Paulo (tanto interior como capital) e nos estados da região sul (apesar de haver registros de entrada de italianos também no Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e alguns outros estados, em menor número, porém).
Claro que esses italianos que por aqui permaneceram constituíram família (muitas vezes entre si) e acabaram influenciando os costumes brasileiros (houve época que comprovadamente mais da metade da população da cidade de São Paulo era de origem italiana!).
Porém o contrário ocorreu em maior proporção e intensidade (o que era de se esperar, afinal estavam em outro país), os italianos foram se "abrasileirando" de tal forma que hoje apenas podemos encontrar vivos costumes e tradições italianos em locais afastados das grandes cidades, principalmente nos estados da região sul e São Paulo.
E o que tudo isso tem a ver conosco?
Procure perguntar aos seus pais e/ou avos os sobrenomes deles e de onde vieram.
Quase com certeza você encontrará algum sobrenome italiano no meio.
Eu faço parte desses 25 milhões de italianos que estão no Brasil, apesar de ter nascido aqui e nunca sequer ter pisado na Itália. Se você tem algum sobrenome de origem italiana em sua família, você pode fazer parte também.
Por que???
Simples.
A constituição Italiana, conjunto de leis máximo da nação, garante a cidadania/nacionalidade italiana aos descendentes de italianos, com algumas particularidades. O que dá suporte a esse princípio é o direito “jus sanguinis”, no qual a Itália se baseia, considerando italiano todo aquele que tem sangue italiano, ou seja, todo aquele que tenha origem italiana, seja filho de italiano.
... a ser continuado...
soundtrack: Múm
Sério, 25 milhões de italianos no Brasil. Quase o dobro de toda a população do estado do Rio de Janeiro (ou o equivalente à população de todos os 11 estados das regiões norte e centro-oeste, somados), quase a metade da população da própria Itália, veja você!
Opa!?! Então estamos sofrendo uma invasão italiana?!?!
Não, nada disso.
Aliás, pelo menos não atualmente.
É que entre 1870 e 1920 muitos italianos (cerca de 1,5 milhões) emigraram para o Brasil.
Essa diáspora italiana aconteceu por várias razões, dentre as quais a pobreza (que assolava a terra anteriormente conhecida como o poderoso império romano), por culpa da péssima distribuição de renda; muitos conflitos sociais e políticos (a Itália como conhecemos atualmente passou a existir entre 1861 e 1870), como as guerras entre franceses, austro-húngaros, alemães e italianos em busca da independência e unificação (o chamado risorgimento), e depois a primeira guerra mundial; as (aparentemente) ótimas ofertas de terras (algo inacessível na Itália) e trabalho em países emergentes como Estados Unidos, Argentina, Brasil, Austrália, etc...
O que importa saber é que muita gente, famílias inteiras, cidades inteiras até, saíram de seu lugar, de seu lar, em busca de um futuro melhor, em outro lugar, completamente novo e desconhecido.
A maior parte dos emigrantes (aqui chamados de imigrantes, claro) veio se fixar em São Paulo (tanto interior como capital) e nos estados da região sul (apesar de haver registros de entrada de italianos também no Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e alguns outros estados, em menor número, porém).
Claro que esses italianos que por aqui permaneceram constituíram família (muitas vezes entre si) e acabaram influenciando os costumes brasileiros (houve época que comprovadamente mais da metade da população da cidade de São Paulo era de origem italiana!).
Porém o contrário ocorreu em maior proporção e intensidade (o que era de se esperar, afinal estavam em outro país), os italianos foram se "abrasileirando" de tal forma que hoje apenas podemos encontrar vivos costumes e tradições italianos em locais afastados das grandes cidades, principalmente nos estados da região sul e São Paulo.
E o que tudo isso tem a ver conosco?
Procure perguntar aos seus pais e/ou avos os sobrenomes deles e de onde vieram.
Quase com certeza você encontrará algum sobrenome italiano no meio.
Eu faço parte desses 25 milhões de italianos que estão no Brasil, apesar de ter nascido aqui e nunca sequer ter pisado na Itália. Se você tem algum sobrenome de origem italiana em sua família, você pode fazer parte também.
Por que???
Simples.
A constituição Italiana, conjunto de leis máximo da nação, garante a cidadania/nacionalidade italiana aos descendentes de italianos, com algumas particularidades. O que dá suporte a esse princípio é o direito “jus sanguinis”, no qual a Itália se baseia, considerando italiano todo aquele que tem sangue italiano, ou seja, todo aquele que tenha origem italiana, seja filho de italiano.
... a ser continuado...
soundtrack: Múm
23 de julho de 2002
22 de julho de 2002
Putz, quase esquecí.
Rick, queria dizer que acho você bem legal e gosto muito de ler seu blog e acho mesmo você a pessoa mais simpática de todo o SOUND!!
Valeu!
soundtrack: The Electric Soft Parade
Rick, queria dizer que acho você bem legal e gosto muito de ler seu blog e acho mesmo você a pessoa mais simpática de todo o SOUND!!
Valeu!
soundtrack: The Electric Soft Parade
Putz, esse fim de semana foi MUITO foda. Sério.
Pô, no sábado de manhã bem cedo fui buscar na rodoviária meu grande amigo de Maringá, Flávio (ou Flúvio, como dizem em London, hehe), logo depois eu casei (depois de quase dez anos de casado), aquela palhaçada de cartório e tals (pensei que a madrinha Meggie nem viria mais, eis que minutos antes de sairmos de casa chega ela com malas diretamente de Santa Maria/RS para o casamento meu e da Bel, yeah!), depois festinha (algo inclusive não muito planejado, gostaria de pedir desculpas aos amigos que não foram convidados formalmente, foi tudo em cima da hora e improvisado), familiares (putz, nem acreditei, vieram pessoas que eu nunca pensei em acreditar que viriam, muitas risadas), amigos (é bom ter bons amigos!), casa cheia (enfim, loucura); à noite SOUND, intransitável de novo. Domingo, continuação das visitas de familiares em casa, o Lauro montou duas bandas só nesse fim de semana, uma banda com cada prima (Tainá e Débora), as duas já gravaram material para seus primeiros singles. Copiei um monte de CDs legais do Flávio (valeu, Flavinho!), ficamos conversando e rindo com as histórias dele, de quando estava na Inglaterra... Vários causos! Aí então ensaio relâmpago com Os Espectros e levei o Flávio até à Rodoviária (pois amanhã ele tem que trabalhar, hehe). Na volta (23:30h) ainda passei no mercado pra comprar pão e dessert de chocolate. E agora, depois de terminar isso aqui ainda vou ter que verificar dois relatórios de caixa para procurar a causa da diferença na tesouraria da agência... Amanhã é segunda e aquele banco estará um inferno (só pra variar).
Eu quero minha cidadania!
Eu quero minha cidadania já!!
Aaaaaahhhhhhhh.
soundtrack: Camera Obscura e Mull Historical Society (cortesia Flávio)
Pô, no sábado de manhã bem cedo fui buscar na rodoviária meu grande amigo de Maringá, Flávio (ou Flúvio, como dizem em London, hehe), logo depois eu casei (depois de quase dez anos de casado), aquela palhaçada de cartório e tals (pensei que a madrinha Meggie nem viria mais, eis que minutos antes de sairmos de casa chega ela com malas diretamente de Santa Maria/RS para o casamento meu e da Bel, yeah!), depois festinha (algo inclusive não muito planejado, gostaria de pedir desculpas aos amigos que não foram convidados formalmente, foi tudo em cima da hora e improvisado), familiares (putz, nem acreditei, vieram pessoas que eu nunca pensei em acreditar que viriam, muitas risadas), amigos (é bom ter bons amigos!), casa cheia (enfim, loucura); à noite SOUND, intransitável de novo. Domingo, continuação das visitas de familiares em casa, o Lauro montou duas bandas só nesse fim de semana, uma banda com cada prima (Tainá e Débora), as duas já gravaram material para seus primeiros singles. Copiei um monte de CDs legais do Flávio (valeu, Flavinho!), ficamos conversando e rindo com as histórias dele, de quando estava na Inglaterra... Vários causos! Aí então ensaio relâmpago com Os Espectros e levei o Flávio até à Rodoviária (pois amanhã ele tem que trabalhar, hehe). Na volta (23:30h) ainda passei no mercado pra comprar pão e dessert de chocolate. E agora, depois de terminar isso aqui ainda vou ter que verificar dois relatórios de caixa para procurar a causa da diferença na tesouraria da agência... Amanhã é segunda e aquele banco estará um inferno (só pra variar).
Eu quero minha cidadania!
Eu quero minha cidadania já!!
Aaaaaahhhhhhhh.
soundtrack: Camera Obscura e Mull Historical Society (cortesia Flávio)
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